Vereadores dão “empurrão” para volta das aulas presenciais

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Na contramão do que recomendam os especialistas na área de saúde, a Câmara Municipal de Maringá acaba de aprovar em primeira discussão um projeto que torna a educação atividade essencial, abrindo caminho para a reabertura das escolas públicas e particulares no formato presencial durante a pandemia, exceto se houver critérios técnicos e científicos justificados pela Prefeitura Municipal. E este retorno se dará mesmo que todos os professores não estejam vacinados com as duas doses contra a Covid-19. Discutir uma maneira de obrigar o governo federal a acelerar a vacinação da população, nada. Apesar dos argumentos contrários, como os dos vereadores Professora Ana Lúcia (PDT) e Mário Verri (PT), os únicos a votarem contra, a maioria votou a favor da proposta, apresentada por Sidnei Telles (Avante). O placar na votação do substitutivo foi de 10 votos favoráveis e dois contrários, além de uma abstenção. Houve até claque na platéia. Dois dos quinze vereadores não compareceram à sessão.


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