UEM desponta no mundo pela diversidade de gênero em pesquisa

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A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é a instituição das Américas e do Hemisfério Sul com maior proporção de pesquisadoras (52,8%) dentre o número total de autores de trabalhos científicos, segundo o CWTS Leiden Ranking 2021, da Universidade de Leiden, na Holanda. É a primeira não europeia na seleta classificação. Além disso, o estudo aponta que a UEM continua como a segunda melhor universidade do Paraná. A lista avalia a pesquisa acadêmica produzida pelas instituições e leva em consideração a produção científica publicada na base de dados Web of Science, da Clarivate Analytics. Além de gênero (proporção de autoras), há outros três parâmetros de análise: 1) impacto científico; 2) colaborações (artigos em parceria com outras instituições); e 3) acesso aberto (proporção de artigos livres em relação aos restritos). De acordo com os critérios mencionados, as posições da UEM são, respectivamente: 1) 18ª do Brasil e 24ª da América do Sul; 2 e 3) 24ª do Brasil e 32ª da América do Sul. A UEM, a 1ª estadual do Paraná no Leiden Ranking, em impacto científico fica em 795º lugar mundial e supera universidades públicas do Brasil como a Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e as federais de Goiás (UFG) e da Bahia (UFBA). Em relação aos itens colaboração e acesso aberto, a UEM está na 911ª colocação mundial em ambos. A lista foi divulgada na última quarta-feira (2) pelo Centro de Estudos em Ciência e Tecnologia da Universidade de Leiden. O ranking de 2021 analisa quantidade e qualidade das publicações científicas no período de 2016 a 2019. Na comparação com a edição anterior, o número de universidades incluídas no CWTS Leiden Ranking aumentou de 1.176 para 1.225 e os países saltaram de 65 para 69. Todos os quesitos avaliados incluem cinco áreas do conhecimento: Ciências Biomédicas e da Saúde; Ciências da Terra e da Vida; Matemática e Ciência da Computação; Ciências Físicas e Engenharia; e Ciências Sociais e Humanidades.


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