Sismmar vai à justiça contra volta das aulas presenciais dia 28

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A presidente do Sismmar, Priscila Guedes, durante reunião online. Foto: Matheus Gomes

O Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá vai à justiça para que os professores e demais trabalhadores da rede púbica de ensino do município só retornem à sala de aula quando receberem a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Eles se recusam a retomarem a atividade presencial sem a imunização completa, mesmo que de forma escalonada, como quer a prefeitura, no dia 28 de julho. Caso consigam liminar judicial, a presença física nas escolas será somente em setembro, prazo previsto para a conclusão da cobertura vacinal nestes profissionais. A prefeitura insiste na volta em 28 de julho, como ficou claro ontem, em nova reunião para discutir o assunto. Por convocação do Ministério Público, o encontro virtual ocorreu após os professores terem decidido não aceitar a sugestão feita pela Secretaria Municipal de Educação. O Sismmar comunicou o resultado da assembléia a representantes da prefeitura, MP do Paraná, Judiciário, Executivo e Legislativo. Também participaram os vereadores Professora Ana Lúcia (PDT) e Mário Verri (PT). Desde o começo da pandemia, sete profissionais da educação morreram por Covid-19, quatro deles apenas nos últimos 30 dias. Em razão do avanço do vírus em Maringá, com média diária de 320 casos confirmados nos últimos três dias, o sindicato solicitou que todos os questionamentos feitos à Seduc sejam respondidos via ofício e convidou membros do Judiciário e Legislativo a uma visita às unidades do município.


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