Seria o homem bomba?

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O empresário paranaense Carlos Wizard, fundador da rede de ensino de idiomas do mesmo nome, deve ser convocado para depor na CPI da Covid-19 no Senado e já é tido por alguns como o homem bomba que explodiria Brasília. Isso porque existem indícios de que o empresário seria o financiador do chamado “Ministério Paralelo da Saúde”, que defendia o uso da Cloroquina como tratamento precoce da doença e também defendia a imunidade de rebanho, expressão dada ao modelo em que a população desenvolve imunidade natural a partir de um percentual de pessoas imunizadas porque se recuperaram da doença ou porque foram vacinadas.


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