Protesto teve boneco e tinta vermelha no escritório do líder

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Fotos: Breno Thomé Ortega e João Paulo Fiorenza

Cerca de dois mil manifestantes, segundo cálculos da organização, foram às ruas centrais de Maingá hoje pela terceira vez para denunciar as mazelas do presidente da República e pedir o “Fora Bolsonaro” que, desta vez, incluiu protesto na frente do escritório político do deputado federal Ricardo Barros (PP). Líder do governo na Câmara, ele teve o nome envolvido há uma semana nas denúncias de suposta corrupção na compra da vacina indiana Covaxin. Mais uma vez foi expressiva a participação dos jovens no protesto, ocorrido em centenas de cidades pelo País. Preocupadas com o distanciamento social, como nos atos anteriores, as mais de 20 entidades organizadoras do ato local organizaram a passeata em filas, com uso de máscaras e álcool em gel pelos participantes. Houve falas denunciando a destruição da Amazônia e desmonte do Ibama, o genocídio indígena e a venda de estatais consideradas estratégicas como a Eletrobrás e os Correios. A manifestação ainda pediu medidas de recuperação da economia e criticou o desemprego, a fome e as mortes por Covid-19 no Brasil. Na frente do escritório de Barros, foi pendurado um boneco e jogada tinta vermelha na grade do imóvel, situado à avenida Prudente de Moraes, Zona 7, centro. A Polícia Militar gravou o protesto com celular.


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