Prefeitura inclui laudo da UEM para defender qualidade da água

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A Prefeitura de Maringá anexou ontem laudo de análise microbiológica feita pela UEM no início de 2022 para garantir que a qualidade da água consumida no município não oferece riscos à saúde. A PMM também se baseou em relatórios apresentados no Sisagua, o Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), do Ministério da Saúde, para dizer que não foram encontradas irregularidades nos resultados. Reforça, ainda, que a Gerência de Vigilância Ambiental de Maringá faz vistorias periódicas do Sistema de Abastecimento fornecido pela Sanepar, além de receber, analisar e cadastrar, no Sisagua, os relatórios de controle mensais das soluções alternativas coletivas (SACs) enviados pelos responsáveis técnicos do setor. O parecer da prefeitura, datado de ontem (9), é uma tentativa de por fim à polêmica surgida na última segunda-feira. Levantamento feito pela ONG Repórter Brasil, publicado em 7 de março, identificou cidades da região de Londrina e Maringá com algum nível de contaminação por agrotóxicos e outras substâncias químicas e radioativas acima dos limites preconizados pelo Ministério da Saúde. As análises ocorreram de 2018 a 2020. A ONG teria se baseado em informações enviadas pelas empresas de abastecimento, incluindo a Sanepar. A notícia causou tremendo mal estar político. O município, por meio da Agência Maringaense de Regulação, cobrou explicações da Sanepar em até 24 horas.


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