Na volta dos vereadores, faltam projetos mas sobram requerimentos

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Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal

Dezenove dias depois da última sessão ordinária, a Câmara Municipal de Maringá volta do recesso parlamentar com uma pauta recheada de requerimentos e pouco projetos, apenas 6, um deles em segunda discussão. A quantidade de requerimentos a serem analisados, porém, é quase três vezes maior: 16.

A sessão começa às 9h30 desta terça-feira (3), sempre com transmissão ao vivo pela Internet, e nela os vereadores irão discutir projetos como o apresentado por Doutor Manoel (PL) e Paulo Biazon (PSL), tornando obrigatório o serviço de assistência odontológica profissional a pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). No dia 15 de julho, a matéria foi aprovada em primeira votação.

Também na pauta desta terça serão debatidos, entre outros, em primeira discussão, projetos como o proposto pela vereadora Cris Lauer (PSC) tornando compulsória a divulgação, no site e nas redes sociais da Prefeitura Municipal, informações sobre as obras públicas paralisadas, e o apresentado pela vereadora Professora Ana Lúcia (PDT) instituindo a Semana e o Dia Municipal de Sensibilização e Mobilização pela Atenção e Cuidado à População em Situação de Rua.

Quanto aos requerimentos, há os que querem saber da Prefeitura a possibilidade de revitalizar algumas praças, outro que pergunta sobre a possibilidade de se ampliar o atendimento de animais cujos donos comprovem ter renda baixa ou que sejam beneficiários de algum programa municipal (autoria do vereador Delegado Luiz Alves/Republicanos), e um terceiro que quer saber se é possível implantar ciclovias, em caráter emergencial, para integrar via bicicleta várias instituições de ensino superior da cidade ao Terminal Intermodal de Maringá, incluindo o câmpus sede da UEM (autoria da Professora Ana Lúcia).

Um requerimento curioso, protocolado também por Cris Lauer, da bancada de oposição ao prefeito Ulisses Maia (PSD), solicita ao chefe do Executivo que informe à Câmara onde se encontra o barco de propriedade do município que ficava no lago do Parque do Ingá e está descrito na lista de patrimônio como barco em alumínio com 6 metros de comprimento, borda alta, marca Tocantins.


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