Morou em Maringá uma das autoras da matéria no UOL com evidências de que Bolsonaro embolsava salário de assessores

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A jornalista Amanda Rossi, uma das autoras da reportagem exclusiva publicada pelo portal UOL Notícias, nesta segunda-feira (15), sobre o esquema das rachadinhas que envolveria também o presidente Jair Bolsonaro quando ele era deputado federal, morou e estudou em Maringá. O UOL teve acesso às quebras dos sigilos bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Os documentos mostram indícios de que o esquema ocorria também nos gabinetes de Bolsonaro, quando ele era deputado federal, e do irmão de Flávio, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). Aqui cabe informar que o ex-ministro da Fazenda, Ciro Gomes (PDT), vem revelando de forma insistente que, em Brasília, “todo mundo sabia” que o então deputado Bolsonaro empregava funcionários, incluindo uma filha do ex-policial Fabrício Queiroz, e que embolsava parte dos salários deles. Este é o crime da rachadinha, também conhecido como peculato. Ciro denunciou o caso à época. A repórter Amanda Rossi esteve há alguns anos em Maringá para lançar o livro “Moçambique, o Brasil é aqui”​, sobre as relações do Brasil com a África, no mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O livro foi finalista do Prêmio Jabuti 2016. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo, ela recebeu duas menções honrosas do Prêmio Vladimir Herzog. Em 2020, pela reportagem “Fragmentos de Vida e Morte”, publicada na revista Piauí, onde ainda escreve; e em 2018, por “‘Monstro, prostituta, bichinha’: como a Justiça condenou a 1ª cirurgia de mudança de sexo do Brasil”, publicada na BBC News Brasil. Amanda também foi produtora da TV Globo em São Paulo e integrante do Estadão Dados, núcleo de jornalismo de dados pioneiro no Brasil.


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