Inês é morta

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Parece que a venda da Eletrobrás é mesmo irreversível, principalmente se depender do apetite não apenas do governo Bolsonaro mas da vontade do presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (PP). Ele prometeu que até o dia 17 de maio estará aprovada na Casa a Medida Provisória que autoriza a privatização da holding. Se passar pela Câmara, a MP ainda terá que ser votada pelo Senado, em ambos por maioria simples. Os cálculos do governo são de que a venda do conglomerado, detentor do controle acionário das estatais federais de energia elétrica, vai render R$ 100 bilhões.


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