Duas consultas públicas estão abertas em Maringá. Participe!

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Você sabia que existem duas consultas públicas abertas pela Prefeitura de Maringá: uma sobre transporte coletivo e outra sobre mobilidade urbana em geral? A do transporte coletivo é feita por meio de um questionário que pode ser acessado pela leitura do QR Code da câmera do celular em diversos pontos do Terminal Urbano. Já a outra consulta tem por objetivo colher sugestões, críticas e propostas para a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana de Maringá e está disponível no site: mobilidademaringa.com.br.

Tá, e daí, mais uma pesquisa que não vai dar em nada? Pode ser. Mesmo assim, pouco ainda é melhor que nada. Trata-se de mais uma oportunidade que a população tem de reclamar, sugerir, reivindicar, criticar os problemas crônicos da mobilidade em Maringá, entre eles, a baixa qualidade, o monopólio e o alto custo do transporte coletivo, a falta de ligação entre ciclovias, de lugar para estacionar, engarrafamentos diários, falta de segurança para o pedestre, calçadas em ruínas ou inexistentes, ruas e avenidas esburacadas, em vários pontos da cidade.

É hora de dizer em alto e bom som: queremos tarifa zero como Caucaia (Ceará), Paulínia (São Paulo), Volta Redonda (Rio de Janeiro) e Maricá (Rio de Janeiro). Queremos mais ciclovias, mais ônibus. Queremos calçadas, ruas e avenidas decentes. Queremos andar a pé ou de bicicleta com segurança, estacionar para trabalhar, esperar o ônibus sem tomar chuva, sem ficar uma hora aguardando. Queremos a melhor cidade para se viver. Afinal, ainda é permitido querer e são tantos “quereres” que não cabem nessa publicação.

Essas reivindicações podem servir de fagulha para a mobilização social. A comunidade maringaense precisa despertar, se apropriar dos espaços públicos, se juntar com seus vizinhos e protestar por serviços públicos de qualidade, pelos direitos da Constituição, para viver na cidade de propaganda da Prefeitura além das praças.

O texto acima é da executiva municipal do PC do B. O partido está engajado nesta causa, com a certeza de que a participação popular é um instrumento muito forte da democracia.


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