CPI aprovou quebra de sigilos de Ricardo Barros

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Dos mais de 100 requerimentos aprovados ontem pela CPI da Covid, um deles foi o que autoriza a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP).

Barros foi citado pelo também deputado federal Luis Miranda (DEM) em depoimento aos senadores da Comissão. Ao se reunir com o presidente da República, em julho, junto com o irmão Ricardo, para denunciar suposta corrupção na compra da vacina indiana Covaxin, Miranda diz ter ouvido de Bolsonaro que seu líder poderia estar envolvido por interferir na negociação.

Barros nega a acusação e deve depor no dia 12 de agosto. O deputado maringaense era ministro da Saúde quando a pasta fechou contrato com a empresa Global para a compra de remédios nunca entregues, embora pagos com antecedência. A Global é sócia da empresa Precisa, representante no Brasil do laboratório indiano Bharat Biotech, o fabricante da Covaxin.


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