Bolsonaristas planejam ato no 1º de maio em Maringá, mas para “autorizar” o presidente

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No dia internacional do trabalhador, sábado, simpatizantes e defensores do presidente Jair Bolsonaro estão organizando em Maringá, assim como em várias partes do Brasil, um manifesto e carreta. Não para celebrar a data e homenagear aqueles que vivem do trabalho, mas para defender a reabertura, o voto impresso e dar carta branca a Bolsonaro fazer o que quiser. O presidente reage como pode, neste momento, para minar a CPI da Covid, que caminha para emparedá-lo ao investigar como foi seu comportamento na crise sanitária. Negacionistas por natureza, na maioria, os bolsonaristas planejam levar à praça da Catedral, local da concentração, a partir das 15 horas, 300 máscaras, 800 bandeiras, 500 camisetas e adesivos para distribuir aos demais participantes do ato. Lembrando que o Dia do Trabalhador remonta ao dia 1 de maio de 1886, quando foi iniciada uma greve em Chicago, nos Estados Unidos, com o objetivo de conquistar melhores condições de trabalho e principalmente a redução da jornada de trabalho diária, que chegava a 17 horas, para 8 horas. Houve confronto com policiais, prisões e mortes de trabalhadores. A manifestação serviu de inspiração para muitas outras que viria depois.


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