Adriana Roveri não resistiu

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Adriana, a filha e o marido

A jornalista Adriana Roveri não resistiu ao agravamento da Covid-19 e morreu na noite deste domingo, no Hospital do Coração, em Londrina, onde estava internada há mais de duas semanas. A família organizava uma “vaquinha” para bancar as despesas do tratamento na esperança de que a jornalista de Arapongas venceria a doença. O Hospital do Coração é particular. Adriana Roveri Alves Tanno (este era o nome completo) trabalhava para o jornal Tribuna do Norte, onde era diagramadora. Segundo matéria do jornal, publicada por volta das 22h30 deste domingo, ela era uma “profissional de grandes habilidades, responsável pela identidade visual da Tribuna do Norte, suplementos e, recentemente, também atuando no TNOnline, era perfeccionista, como todas as pessoas apaixonadas pelo seu trabalho são, e uma colega de trabalho generosa, sempre disposta a ajudar”. “Tão generosa que mesmo enfrentando grandes dificuldades de saúde, tinha planos de ajudar o próximo. Na última sexta-feira, em conversa por videochamada com a editora Adriana Savicki, ela afirmou que queria movimentar uma campanha regional para auxiliar os familiares dos pacientes de covid-19”, acrescenta a matéria. Adriana deixa o esposo Alcir Tanno e a filha Bárbara, de 12 anos.


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