4 anos sem resposta, apesar dos fortes indícios

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Foto/Agência DW

Em qualquer País civiizado, com as instituições em pleno funcionamento, os mandantes da morte da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL) estariam julgados e presos. Era noite de 14 de março de 2018 quando, num cruzamento no centro do Rio, ela foi brutalmente assassinada, de forma covarde, por tiros disparados por um profissional, matador de aluguel, a mando de alguém. Mulher negra, militante de esquerda. Marielle questionava a atuação da milícia, especialmente em algumas áreas da cidade, onde bandidos de farda mandam e desmandam, à margem da lei, parando à bala quem ousa contrariá-los. Que Repúbica.


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